Plataforma
O segundo contato é o que mais rende e o que mais falha
Cadências de acompanhamento, alerta de oportunidade parada e campanhas por comportamento. O que a equipe faria se tivesse tempo passa a acontecer com regra, ritmo e registro.
Em resumo
- Montagem
- Sem código
- Controle
- Ritmo, horário e limite
- Encerramento
- Para quando o cliente responde
O problema
A cadência existe no discurso e não no calendário.
Praticamente toda empresa afirma ter processo de follow-up. Quando se mede, o que existe é um primeiro contato consistente e um segundo que acontece quando sobra tempo, o que, em operação com meta, nunca sobra.
Proposta sem retomada
Enviada, sem resposta, e ninguém volta. É a receita que já estava na mão e sai do funil por silêncio.
Reativação inexistente
A base de quem já demonstrou interesse fica parada porque não há rotina que a acione.
Trabalho repetitivo consumindo hora comercial
Atualização de status, repasse interno, cobrança de documento. Horas por semana, por pessoa, sem avançar negócio.
O que muda
O que passa a existir.
Cadência com começo, meio e fim
Régua de contato por etapa e por perfil, com número máximo de tentativas e encerramento automático quando há resposta.
Alerta de oportunidade parada
Passou do tempo esperado na etapa, o responsável é avisado e a oportunidade volta para a fila de ação.
Campanhas por comportamento
Segmentação por etapa, etiqueta, origem e histórico. Quem responde entra na fila de atendimento como conversa normal, com contexto.
Regras montadas por quem opera
Gatilho e ação escolhidos em lista. Ajustar cadência não vira demanda de TI nem projeto com fornecedor.
Controle de ritmo e janela
Volume distribuído e horário respeitado. É o que protege a reputação dos números e evita bloqueio de canal.
Registro de tudo que saiu
Cada disparo fica no histórico da conta. A equipe vê o que já foi enviado antes de abordar de novo.
A objeção
“Já tomamos bloqueio com disparo em massa.”
É um risco real, e nenhuma ferramenta elimina. O que reduz é critério de base e disciplina de ritmo. Falar com quem pediu contato, distribuir envio ao longo do tempo, respeitar janela de horário e encerrar a régua quando a pessoa responde. A plataforma controla os três últimos, o primeiro é decisão de operação, e entra no desenho do processo durante a implantação.
Envio distribuído
O volume sai escalonado em vez de tudo de uma vez, que é o padrão que costuma derrubar número.
Descadastro respeitado
Quem pede para não receber sai da base de campanha automaticamente.
Limite por contato
Número máximo de tentativas por régua. Passou disso, a oportunidade sai da cadência em vez de continuar sendo acionada.
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar.
- Quem monta e mantém as automações?
- Na implantação, a equipe da Conveo monta as primeiras junto com o time do cliente. Depois, ajustes ficam com quem opera, a montagem é por seleção de gatilho e ação, sem código.
- Conseguimos cadências diferentes por linha de negócio?
- Sim. As regras leem etapa, etiqueta, origem, valor e responsável, então é possível ter réguas distintas por produto, unidade ou perfil de conta.
- Existe limite de disparos?
- Sim, por plano, e ele é dimensionado no contrato conforme o volume da operação. Limites explícitos evitam a surpresa de fatura que planos com “ilimitado” costumam produzir.
- As automações podem atrapalhar o vendedor?
- Elas podem ser configuradas para exigir aprovação antes de qualquer mensagem sair, e param assim que o cliente responde. A régua existe para cobrir o que não foi feito, não para competir com quem está atendendo.
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