Para TI

A área comercial decide e a conta cai na sua mesa

Arquitetura, modelo de integração, permissões e tratamento de dados descritos antes da proposta, para que a avaliação técnica aconteça no início do processo, não no fim.

Em resumo

Interface
API e webhooks
Isolamento
Validado por teste automatizado
Avaliação
Checklist técnico no diagnóstico

O que costuma acontecer

TI entra no processo depois da decisão comercial.

O padrão é conhecido, a área de negócio escolhe a ferramenta, assina, e a tecnologia é acionada para integrar algo cujo escopo ninguém dimensionou. O resultado é cronograma estourado, integração improvisada e um sistema a mais para sustentar sem ter sido consultado.

01

Escopo de integração indefinido

Nem fornecedor, nem parceiro, nem TI interna assumem responsabilidade, e o projeto trava aí.

02

Modelo de permissão genérico

Perfis que não refletem a estrutura real viram exceção manual e risco de exposição de dado.

03

Mais um sistema para sustentar

Sem API, sem exportação e sem documentação, a ferramenta vira dependência sem saída.

O que muda

O que a arquitetura oferece.

API e webhooks documentados

Leitura e escrita de contas, oportunidades e atividades. Eventos disparando processo em sistema externo.

Isolamento verificado, não declarado

A separação de dados entre organizações é validada por teste automatizado a cada alteração de código.

Permissões por papel e escopo

Visibilidade por carteira, unidade e função, desenhada na implantação com quem conhece a organização.

Portabilidade dos dados

Base e histórico exportáveis a qualquer momento. Retenção de dado como trava contratual não é prática nossa.

Avaliação prévia

O que entregamos para a análise técnica.

Material disponível antes da proposta, para que a avaliação não dependa de reunião comercial.

ItemConteúdo
Checklist técnicoArquitetura, hospedagem, backup, continuidade e processo de mudança.
Modelo de dadosEntidades principais, relacionamentos e campos customizáveis.
Documentação de APIEndpoints, autenticação, limites e eventos disponíveis.
Matriz de permissõesPapéis padrão e o que cada um enxerga e altera.
Tratamento de dadosBase legal, retenção, subprocessadores e atendimento a titulares.
Escopo de integraçãoO que é padrão, o que é projeto e quem executa cada parte.

Na prática

O que a sua equipe vai avaliar.

Leitura da operação, com os números que a decisão exige.

Carteira própriaCarteira da equipeRelatóriosExportaçãoConfiguraçãoAuditoriaVendedorSupervisorGestorMarketingAdministradorTotalParcialSem acesso
Escopo de acesso por perfil. Vendedor enxerga a própria carteira, auditoria fica com quem responde por ela.
ERPMídia pagaSite e formuláriosE-mailTelefoniaBIAssinaturaFinanceiroConveobase únicaCada ligação trafega nos dois sentidos, com log por chamada e reprocessamento em caso de falha.
Os sistemas que trocam dado com a plataforma, com log por chamada e reprocessamento em caso de falha.

Perguntas frequentes

O que costumam perguntar.

Existe ambiente de homologação?
Para contratos Enterprise, sim, junto com janela de manutenção acordada e processo de comunicação de mudança. Para os demais planos, isso é avaliado caso a caso no checklist técnico.
Como funciona a autenticação?
Acesso por credencial individual com perfis de permissão. Requisitos adicionais de autenticação corporativa são avaliados no escopo Enterprise.
Quem executa a integração com nosso ERP?
Depende do escopo definido no diagnóstico técnico. Pode ser executada pela Conveo, pela sua equipe usando a API, ou por um parceiro de implantação, o importante é que a responsabilidade fique definida antes do contrato, não depois.
E se precisarmos sair?
Os dados são exportáveis integralmente. A condição está prevista nos Termos, e consideramos isso requisito básico, não diferencial.

Traga a avaliação técnica para o início.

O diagnóstico inclui checklist técnico e de segurança. Envolver TI cedo encurta o ciclo e evita descobrir incompatibilidade depois da assinatura.