Para TI
A área comercial decide e a conta cai na sua mesa
Arquitetura, modelo de integração, permissões e tratamento de dados descritos antes da proposta, para que a avaliação técnica aconteça no início do processo, não no fim.
Em resumo
- Interface
- API e webhooks
- Isolamento
- Validado por teste automatizado
- Avaliação
- Checklist técnico no diagnóstico
O que costuma acontecer
TI entra no processo depois da decisão comercial.
O padrão é conhecido, a área de negócio escolhe a ferramenta, assina, e a tecnologia é acionada para integrar algo cujo escopo ninguém dimensionou. O resultado é cronograma estourado, integração improvisada e um sistema a mais para sustentar sem ter sido consultado.
Escopo de integração indefinido
Nem fornecedor, nem parceiro, nem TI interna assumem responsabilidade, e o projeto trava aí.
Modelo de permissão genérico
Perfis que não refletem a estrutura real viram exceção manual e risco de exposição de dado.
Mais um sistema para sustentar
Sem API, sem exportação e sem documentação, a ferramenta vira dependência sem saída.
O que muda
O que a arquitetura oferece.
API e webhooks documentados
Leitura e escrita de contas, oportunidades e atividades. Eventos disparando processo em sistema externo.
Isolamento verificado, não declarado
A separação de dados entre organizações é validada por teste automatizado a cada alteração de código.
Permissões por papel e escopo
Visibilidade por carteira, unidade e função, desenhada na implantação com quem conhece a organização.
Portabilidade dos dados
Base e histórico exportáveis a qualquer momento. Retenção de dado como trava contratual não é prática nossa.
Avaliação prévia
O que entregamos para a análise técnica.
Material disponível antes da proposta, para que a avaliação não dependa de reunião comercial.
| Item | Conteúdo |
|---|---|
| Checklist técnico | Arquitetura, hospedagem, backup, continuidade e processo de mudança. |
| Modelo de dados | Entidades principais, relacionamentos e campos customizáveis. |
| Documentação de API | Endpoints, autenticação, limites e eventos disponíveis. |
| Matriz de permissões | Papéis padrão e o que cada um enxerga e altera. |
| Tratamento de dados | Base legal, retenção, subprocessadores e atendimento a titulares. |
| Escopo de integração | O que é padrão, o que é projeto e quem executa cada parte. |
Na prática
O que a sua equipe vai avaliar.
Leitura da operação, com os números que a decisão exige.
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar.
- Existe ambiente de homologação?
- Para contratos Enterprise, sim, junto com janela de manutenção acordada e processo de comunicação de mudança. Para os demais planos, isso é avaliado caso a caso no checklist técnico.
- Como funciona a autenticação?
- Acesso por credencial individual com perfis de permissão. Requisitos adicionais de autenticação corporativa são avaliados no escopo Enterprise.
- Quem executa a integração com nosso ERP?
- Depende do escopo definido no diagnóstico técnico. Pode ser executada pela Conveo, pela sua equipe usando a API, ou por um parceiro de implantação, o importante é que a responsabilidade fique definida antes do contrato, não depois.
- E se precisarmos sair?
- Os dados são exportáveis integralmente. A condição está prevista nos Termos, e consideramos isso requisito básico, não diferencial.
Traga a avaliação técnica para o início.
O diagnóstico inclui checklist técnico e de segurança. Envolver TI cedo encurta o ciclo e evita descobrir incompatibilidade depois da assinatura.